A doença pode passar despercebida de muitas adolescentes. Saiba por quê
04/06/11 às 16h43 - Atualizado em 04/06/11 às 16h43
Ovários policísticos: conheça esse problemaA ginecologista Rosana Maria dos Reis, especialista no assunto e pós-doutora da Faculdade de Medicina da USP de Riberão Preto, afirma que é normal ter irregularidades nos ciclos menstruais nos dois primeiros anos: “Mas, depois, a menstruação precisa ser regular. Se a adolescente não menstrua a cada intervalo de 25 a 33 dias, é preciso ficar atenta”.
Rosana ressalta que a irregularidade na menstruação não é o único sintoma: “Metade das mulheres que sofrem da doença estão acima do peso ou obesas. Acne, cabelos e pele oleosos e abundância pêlos em lugares diferentes, como no queixo, no buço, na linha do umbigo e nos seios, são outras manifestações da doença”.
A adolescente que tem ovários policísticos tem maior propensão a desenvolver diabetes e pode sofrer hipertensão. Ou seja, faz parte do grupo de risco de acidentes cardiovasculares. Por isto, é preciso ficar de olho. Procure um médico e faça os exames necessários para confirmar ou não se você sofre com a doença.
Para controlar a síndrome, a adolescente pode tomar remédios para diminuir a produção do hormônio que causa as alterações (o androgênio) se for necessário. Também é importante mudar os hábitos alimentares e fazer exercícios físicos.
Agradeço a vsitinha,
ResponderExcluirRealmente, saúde é muita coisa e é bom prevenir!
quanto à carne vermelha, não é preciso dizer adeus a ela. é só reduzir o consumo que o organismo sobrecarregado já agradece.
Beiju