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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ovários policísticos, um mal invisível


A doença pode passar despercebida de muitas adolescentes. Saiba por quê

04/06/11 às 16h43 - Atualizado em 04/06/11 às 16h43
Ilustração Ovários Ovários policísticos: conheça esse problema
Você já ouviu falar em ovários policísticos? Não? Mas saiba que uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva sofre desta doença. O principal sintoma do distúrbio é a menstruação desregulada. Como na adolescência o corpo ainda está em formação, a jovem não imagina que sofre da síndrome.
A ginecologista Rosana Maria dos Reis, especialista no assunto e pós-doutora da Faculdade de Medicina da USP de Riberão Preto, afirma que é normal ter irregularidades nos ciclos menstruais nos dois primeiros anos: “Mas, depois, a menstruação precisa ser regular. Se a adolescente não menstrua a cada intervalo de 25 a 33 dias, é preciso ficar atenta”.
Rosana ressalta que a irregularidade na menstruação não é o único sintoma: “Metade das mulheres que sofrem da doença estão acima do peso ou obesas. Acne, cabelos e pele oleosos e abundância pêlos em lugares diferentes, como no queixo, no buço, na linha do umbigo e nos seios, são outras manifestações da doença”.
A adolescente que tem ovários policísticos tem maior propensão a desenvolver diabetes e pode sofrer hipertensão. Ou seja, faz parte do grupo de risco de acidentes cardiovasculares. Por isto, é preciso ficar de olho. Procure um médico e faça os exames necessários para confirmar ou não se você sofre com a doença.
Para controlar a síndrome, a adolescente pode tomar remédios para diminuir a produção do hormônio que causa as alterações (o androgênio) se for necessário. Também é importante mudar os hábitos alimentares e fazer exercícios físicos.

Um comentário:

  1. Agradeço a vsitinha,

    Realmente, saúde é muita coisa e é bom prevenir!

    quanto à carne vermelha, não é preciso dizer adeus a ela. é só reduzir o consumo que o organismo sobrecarregado já agradece.

    Beiju

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